A escrever nas nuvens
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publicado por Girassol, em 07.02.08 às 20:14link do post | favorito

Desculpem se vos maço mas vou deixar ficar aqui mais um dos meus poemas.


“ETERNO RETORNO”

E se um dia

Te dissesse

Que é por

Aquela janela

Que a luz entra?

Aquela que

Nunca abres

E se perde na memória

Inexistente

À qual

Os teus passos

Voltam.

 

02.02.13.

sinto-me:
música: The Doors - Severed Garden

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publicado por Girassol, em 05.02.08 às 17:24link do post | favorito

Os destinatários são os cegos e os portadores de baixa visão, mas não só!

Ao abrigo da lei

O cão-guia de cego tem um estatuto especial e diferente dos outros animais. Assim, o seu utilizador tem o direito, que lhe é garantido pela lei, de circular em todos os locais públicos, inclusivamente naqueles que têm à entrada uma placa a dizer que é proibida a entrada de animais.

A lei prevê que o utilizador cego possa beneficiar da companhia do seu cão-guia em todos os lugares, nomeadamente escolas, hospitais, centros comerciais, estádios, cafés, cinemas e teatros. Apesar da situação já ter sido mais complicada, em Portugal ainda acontece os gerentes ou os responsáveis da segurança dos estabelecimentos públicos desconhecerem a lei e quererem impedir a entrada do cão, e consequentemente do seu dono.

Por isso o utilizador de cão-guia tem de andar sempre munido da documentação que garante oficialmente ao seu animal estes direitos.

Apesar de todas estas precauções ainda há responsáveis por lojas que impedem a entrada da dupla. Em vários casos já foi necessário chamar a polícia para restabelecer a ordem.

tags:
sinto-me:
música: Lionel Richie - Hello

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publicado por Girassol, em 04.02.08 às 21:28link do post | favorito

Temptation

 

 

True Faith

 

Blue Monday

 

 

New Order.

tags: ,
sinto-me:
música: The 80´s

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publicado por Girassol, em 04.02.08 às 12:43link do post | favorito

Se realmente acha que devemos impedir a demolição do Mercado do Bolhão sugiro que visite este site.

 

sinto-me:
música: Interpol - Pace Is the Trick

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publicado por Girassol, em 03.02.08 às 17:27link do post | favorito

 

Letra: Miguel Majer
Música: Miguel Majer e Ricardo Santos

Há amores assim
Que nunca têm início
Muito menos têm fim
Na esquina de uma rua
Ou num banco de jardim
Quando menos esperamos
Há amores assim

Não demores tanto assim
Enquanto espero o céu azul
Cai a chuva sobre mim
Não me importo com mais nada
Se és direito ou o avesso
Se tu fores o meu final
Eu serei o teu começo

Não vou ganhar
Nem perder
Nem me lamentar
Estou pronta a saltar
De cabeça contra o mar

Não vou medir
Nem julgar
Eu quero arriscar
Tenho encontro marcado
Sem tempo nem lugar

Je t’aime j’adore
Um amor nunca se escolhe
Mas sei que vais reparar em mim
Yo te quiero tanto
E converso com o meu santo
Eu rezo e até peço em latim

Quando te encontrar sei que tudo se iluminará
Reconhecerei em ti meu amor, a minha eternidade
É que na verdade a saudade já me invade
Mesmo antes de te alcançar
É a sede que me mata
Ao sentir o rio abraçar o mar

Sem lágrima caída
Sou dona da minha vida
Sem nada mais nada
De bem com a vida

tags: ,
sinto-me:
música: Donna Maria - Há amores assim

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publicado por Girassol, em 01.02.08 às 12:05link do post | favorito

 

 

 

Rachel Yamagata

 

 

tags: ,
sinto-me:
música: Rachael Yamagata-Be Be Your Love

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publicado por Girassol, em 01.02.08 às 10:08link do post | favorito

Ser marginal. Não ser fora-da-lei por desprezo da norma comum. Por amoralidade, miserabilismo, ou abjecção. Ser apenas do lado da vida em que não passa muita gente, se é quase anónimo, fora do alvo que é visado pela notoriedade, curiosidade pública, grande reputação. Ser em humildade, na discrição de nós, na curta dimensão de nós. Não é por comodismo, orgulhosa modéstia, ressentimento. Não por nada disso ou outras coisas disso, mas só para nos não perdermos de nós, não nos esbanjarmos na invasão da dissipação alheia. Não por nada disso mas só pela economia do pouco que nos pertence e mal dá para abastecer uma vida. Ser marginal - sê marginal. Afecta a ti próprio o espaço que é para ti e para ti te foi dado. Na intimidade de ti, na reserva de ti, na pobreza de ti. O mais que viesse e te invadisse o teu espaço, que é que te dava? A ampliação do teu rumor na amplificação alheia dele, seria alheio e não teu. A tua voz é breve, não a amplies ao que não é. E o teu pensar, o teu sentir, o teu ser. Não os sejas mais do que és. E então verdadeiramente serás.

Vergílio Ferreira, in 'Conta-Corrente IV'

sinto-me:
música: E depois do adeus - Paulo Carvalho

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